Mártires · c. 250 e c. 300
A liturgia comemora o testemunho conjunto dos mártires Trifão, Respício e Ninfa, unidos na fé em Cristo durante as perseguições romanas.
A comemoração litúrgica reúne santos mártires cujas relíquias foram honradas com culto conjunto na Igreja de Roma. São Trifão, jovem camponês da Frígia notável por curar enfermos e expelir demônios pelo poder do nome de Jesus, foi preso durante a perseguição do imperador Décio. Juntamente com seu companheiro Respício, suportou nobres suplícios diante do prefeito Áquila: foram queimados com tochas, açoitados e cravados nos pés com cravos ardentes, mas perseveraram louvando a Deus em alta voz até serem decapitados. A memória litúrgica associa também Santa Ninfa, virgem siciliana de Palermo que, segundo a tradição, sofreu pelo Evangelho e cujos despojos sagrados foram trasladados para a mesma basílica romana dedicada aos santos mártires na cidade eterna. O Breviário recolhe na oração comum o sufrágio destes servos de Cristo, pedindo que o triunfo de sua constância inspire os fiéis a vencerem as ciladas do demônio. A comemoração convida a louvar o poder de Deus que manifesta sua glória na fraqueza dos que O amam.
Virtude para imitar: Constância heroica.
ORAÇÃO DA COLETA
Fazei-nos, Senhor, nós vos pedimos, acompanhar sempre as festas de vossos santos Mártires Trifão, Respício e Ninfa, para que por seus sufrágios sintamos os dons da vossa proteção. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
11-10o, Lectio93. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


