Bispo e Mártir · 1118–1170
São Tomás Becket foi assassinado no interior de sua catedral por defender com intrepidez os direitos e a liberdade da Igreja de Cristo.
São Tomás Becket serviu como chanceler do rei da Inglaterra antes de tornar-se arcebispo de Cantuária. No episcopado, enfrentou medidas que comprometiam a liberdade e a disciplina da Igreja. As lições do Breviário recordam suas dificuldades, o exílio e o apoio recebido da Sé Apostólica. Depois de regressar, foi morto dentro da catedral por homens que pretendiam servir aos interesses do rei. Os discursos e alguns pormenores da narrativa litúrgica pertencem à tradição recebida; sua morte é recordada como testemunho da responsabilidade pastoral. A festa mostra que a Igreja deve conservar a liberdade necessária para cumprir a missão recebida de Cristo. Essa defesa não é busca de vantagens pessoais, mas serviço à verdade e às almas. Sua memória convida a rezar pelos pastores, respeitar os lugares sagrados e perseverar na justiça, mesmo quando ela exige perdas e sacrifícios.
Virtude para imitar: Coragem na defesa da liberdade eclesial.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, por cuja Igreja o glorioso Pontífice Tomás tombou sob as espadas dos ímpios, concedei, nós vos pedimos, que todos os que imploram o seu auxílio alcancem o efeito salutar de sua petição. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
12-29r, Officium e partes próprias. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


