Solenidade · Não se aplica
A solenidade de Todos os Santos contempla a multidão incontável de eleitos que alcançaram a glória eterna na presença de Deus.
A solenidade de Todos os Santos contempla a multidão incontável de eleitos que, de todas as nações, tribos, povos e línguas, alcançaram a bem-aventurança eterna na contemplação de Deus face a face. Instituída pela Igreja para honrar em um único dia tanto os mártires e confessores celebrados nos altares quanto a multidão anônima de justos que entraram na pátria celeste, a festa renova a esperança dos cristãos que peregrinam na terra. As lições do Breviário recordam o sermão do Papa São Beda e a visão apocalíptica da corte celeste, onde a Bem-Aventurada Virgem Maria, os coros angélicos, os apóstolos, os mártires, os pastores e as santas virgens louvam sem cessar o Cordeiro divino. A comunhão dos santos une os fiéis da terra ao triunfo da Igreja triunfante no céu, proporcionando poderosos intercessores junto do trono da graça. A liturgia ensina que a santidade é acessível a todas as vocações cristãs pelo cumprimento fiel dos mandamentos, pela prática das bem-aventuranças evangélicas e pelo amor a Deus e ao próximo.
Virtude para imitar: Desejo da bem-aventurança eterna.
ORAÇÃO DA COLETA
Onipotente e eterno Deus, que nos concedestes venerar os méritos de todos os vossos Santos sob uma só solenidade, nós vos pedimos que, multiplicados os intercessores, nos concedais a desejada abundância de vossa misericórdia. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
11-01, Lectio4–6. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


