Mártires · Primeiros séculos
A festa reúne os Sete Santos Irmãos e as virgens Rufina e Segunda, nomes conservados pelo antigo culto romano.
A festa reúne os Sete Santos Irmãos e as virgens Rufina e Segunda, nomes conservados pelo antigo culto romano. Segundo a tradição do Breviário, os sete eram filhos de Santa Felicidade e receberam dela encorajamento para não abandonar Cristo diante das ameaças. A paixão descreve mortes distintas, ligadas pela mesma confissão da fé. Rufina e Segunda são apresentadas como irmãs que consagraram sua virgindade ao Senhor e recusaram compromissos incompatíveis com essa entrega. Os pormenores familiares e os relatos de tormentos pertencem à tradição hagiográfica, não a uma reconstrução documental completa. A celebração honra a firmeza que a graça tornou possível em seus santos. A Igreja pede que eles intercedam por quem os recorda. Sua memória convida a sustentar a fé no ambiente familiar e a colocar a obediência a Deus acima das vantagens passageiras.
Virtude para imitar: Constância.
ORAÇÃO DA COLETA
Concedei, Deus onipotente, nós vos pedimos, que experimentemos como piedosos intercessores junto de vós os gloriosos Mártires que conhecemos fortes em sua confissão. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
07-10, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


