Confessores · Século XIII
Sete homens de Florença iniciaram uma família religiosa dedicada às dores de Maria.
No século XIII, sete homens de Florença deixaram as ocupações anteriores para buscar uma vida comum de oração e penitência. A Igreja os honra juntos como fundadores da Ordem dos Servos de Maria. As lições do Breviário destacam a meditação da Paixão de Cristo e das dores de sua Santíssima Mãe. Segundo a tradição, uma aparição mariana confirmou a forma de vida e o hábito da nova comunidade. O relato é recebido como tradição hagiográfica, subordinada à fé pública da Igreja. A fraternidade que os uniu durante a vida permaneceu expressa no culto comum prestado depois da morte. A coleta pede que a participação nas lágrimas de Maria conduza também à alegria eterna. Sua memória ensina que a devoção à Virgem Dolorosa não termina na emoção: deve formar compaixão, fidelidade à cruz e auxílio paciente às pessoas aflitas.
Virtude para imitar: Fraternidade.
ORAÇÃO DA COLETA
Senhor Jesus Cristo, que para renovar a memória das dores de vossa santíssima Mãe fecundastes a vossa Igreja com a nova família de seus Servos por meio dos sete bem-aventurados Padres, concedei propício que de tal modo nos associemos às suas lágrimas que participemos também de suas alegrias. Vós que viveis e reinais...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
02-12, Lectio94. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


