Virgem · 1586–1617
Isabel Flores de Oliva, chamada desde a infância pelo nome de Rosa, nasceu em Lima, no Peru, e distinguiu-se cedo por singular inocência e fervor na oração.
Isabel Flores de Oliva, chamada desde a infância pelo nome de Rosa, nasceu em Lima, no Peru, e distinguiu-se cedo por singular inocência e fervor na oração. Desejando consagrar-se exclusivamente ao Esposo celeste, consagrou a virgindade a Cristo e ingressou na Ordem Terceira de São Domingos, construindo uma minúscula ermida no jardim da casa paterna para a contemplação. Praticou admiráveis e austeras penitências, usava uma coroa de espinhos de prata escondida nos cabelos e jejuava rigorosamente, unindo seus sofrimentos à Paixão redentora de Jesus. Destacou-se pela profunda caridade para com os indígenas e necessitados de sua terra. As lições litúrgicas recordam que foi a primeira santa canonizada do continente americano, proclamada celestial padroeira da América e das Filipinas. No calendário de 1962, é celebrada como Virgem. Sua festa convida a abraçar a penitência de bom grado e a amar a pureza de coração em vista dos prêmios celestes.
Virtude para imitar: Amor à penitência.
ORAÇÃO DA COLETA
Doador de todos os bens, Deus onipotente, que, prevenindo com o orvalho da graça celeste a bem-aventurada Rosa, quisestes que ela florescesse nas Índias com o ornato da virgindade e da paciência, dai a nós, vossos servos, que, correndo no odor de sua suavidade, mereçamos tornar-nos bom odor de Cristo. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
08-30, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


