Mártir · Século III; morreu em 258
Romano era um soldado romano de guarda durante a prisão e tormentos de São Lourenço em Roma.
Romano era um soldado romano de guarda durante a prisão e tormentos de São Lourenço em Roma. Movido pela serenidade divina, pela oração e pela fortaleza com que o santo diácono suportava as torturas, converteu-se subitamente à fé cristã. Segundo a tradição do Breviário, pediu uma jarra de água a Lourenço e recebeu ali mesmo o santo batismo. Tendo professado publicamente diante do juiz que era cristão e que adorava o único Deus verdadeiro, foi incontinenti espancado e levado para fora da cidade, sendo decapitado na via Tiburtina nas vésperas do martírio de Lourenço. A comemoração litúrgica destaca a rapidez com que a graça divina toca a alma disposta e a coragem que não hesita diante da morte. A memória de São Romano convida a corresponder prontamente aos apelos da graça e a não temer o sacrifício pela verdade.
Virtude para imitar: Prontidão na fé.
ORAÇÃO DA COLETA
Concedei, nós vos pedimos, Deus onipotente, que, pela intercessão do bem-aventurado Romano, vosso Mártir, sejamos libertados no corpo de todas as adversidades e purificados na mente de todos os maus pensamentos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
08-09cc, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


