Papa e Confessor · c. 1215–1296
Pedro procurou desde jovem uma vida de recolhimento e oração, retirando-se para a solidão.
Pedro procurou desde jovem uma vida de recolhimento e oração, retirando-se para a solidão. A forma de vida que reuniu em torno de si deu origem à congregação dos Celestinos, vinculada à regra de São Bento. Quando a Sé Romana permaneceu muito tempo sem pontífice, sua fama de santidade contribuiu para que fosse escolhido papa, assumindo o nome de Celestino. O governo da Igreja trouxe responsabilidades diversas das que conhecera como eremita. Reconhecendo suas limitações para o encargo, renunciou voluntariamente ao pontificado e desejou retornar à vida recolhida. As lições litúrgicas apresentam esse gesto como manifestação de humildade, sem fazer das honras o fim da vocação. Sua memória convida a discernir os deveres diante de Deus, aceitar o serviço que cabe realizar e reconhecer os próprios limites sem abandonar a confiança na providência.
Virtude para imitar: Humildade.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que elevastes o bem-aventurado Pedro Celestino ao cume do sumo pontificado e lhe ensinastes a preferir a humildade a essa dignidade, concedei propício que, por seu exemplo, mereçamos desprezar as vaidades do mundo e alcançar felizmente os prêmios prometidos aos humildes. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
05-19, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


