Solenidade do Natal · Não se aplica
A aurora do Natal manifesta o esplendor da graça de Deus, convocando os fiéis a testemunharem a salvação em suas vidas.
A Missa da Aurora contempla a luz do Verbo encarnado que alcança os fiéis e deve aparecer em suas obras. O Natal celebra o mesmo Filho eterno que, para nos salvar, nasceu verdadeiramente homem da Santíssima Virgem. A graça desse mistério não permanece apenas na inteligência: chama a uma vida transformada. A coleta pede que aquilo que brilha pela fé na mente resplandeça também no agir. As lições de São Leão Magno no Breviário exortam a reconhecer a dignidade recebida em Cristo e a não retornar aos costumes do pecado. Essa dignidade é dom, não motivo de orgulho. A aurora oferece à oração uma imagem de renovação e esperança. A celebração convida a começar de novo sob a misericórdia divina, cumprir os deveres com caridade e tornar visível, por uma conduta fiel, a fé professada no Salvador.
Virtude para imitar: Renovação interior e coerência de vida.
ORAÇÃO DA COLETA
Dai-nos, Deus onipotente, nós vos pedimos, que nós, inundados com a nova luz do vosso Verbo encarnado, façamos resplandecer em nossas obras aquilo que pela fé brilha em nossa mente. Pelo mesmo Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Missale Romanum, Formulário da Missa da Aurora da Natividade do Senhor, 1962
12-25m2, In Nativitatis Domini in aurora. Redação original do projeto a partir do mistério celebrado na liturgia romana.
- Breviarium Romanum, Próprio do Tempo da Natividade, texto latino recebido no calendário de 1962
12-25, Lectio4–6 (Sermão de São Leão Magno). Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


