Viúva · c. 331–387
Mônica viveu na África romana e acompanhou com profunda solicitude a vida de seu filho Agostinho.
Mônica viveu na África romana e acompanhou com profunda solicitude a vida de seu filho Agostinho. Sofria ao vê-lo afastado da fé católica, mas não abandonou a oração nem a esperança na misericórdia de Deus. Após a morte do marido, a quem ajudara a aproximar-se de Cristo, perseverou numa viuvez dedicada à caridade. Seguiu Agostinho até Milão, onde o ministério de Santo Ambrósio contribuiu para sua conversão e batismo. No caminho de volta à África, adoeceu em Óstia e ali morreu. As lições litúrgicas retomam o testemunho das Confissões, lembrando sobretudo seu pedido de ser recordada junto ao altar do Senhor. A memória de Mônica convida a rezar pela conversão das pessoas amadas sem pretender dominar sua consciência, confiando à graça os frutos da paciência e do bom exemplo.
Virtude para imitar: Perseverança na oração.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, consolador dos aflitos e salvação dos que esperam em vós, que acolhestes misericordiosamente as piedosas lágrimas da bem-aventurada Mônica na conversão de seu filho Agostinho, concedei-nos, pela intercessão de ambos, deplorar nossos pecados e encontrar o perdão de vossa graça. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
05-04, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


