Mártir · c. 296
São Menas abandonou o serviço militar para viver na solidão e confessou publicamente a fé cristã diante das perseguições.
São Menas era um soldado egípcio de guarnição na Frígia durante o reinado dos imperadores Diocleciano e Maximiano. Quando os editos de perseguição contra os cristãos foram promulgados, Menas abandonou a carreira militar e retirou-se para a solidão das montanhas desertas, onde passou longo tempo em oração contínua, jejuns e meditação das divinas Escrituras. Sentindo-se inspirado por Deus a dar testemunho público de sua fé, desceu à cidade durante uma celebração pública em honra dos deuses pagãos e proclamou em alta voz que Jesus Cristo é o verdadeiro Deus e Salvador do universo. Preso de imediato e conduzido perante o presidente Pirro, suportou com santa serenidade flagelações, dilacerações com unhas de ferro e fogo nas feridas abertas, recusando sacrificar aos ídolos imperiais. Foi finalmente decapitado, alcançando a glória imortal do martírio. Seu corpo foi sepultado no deserto de Mareótis, no Egito, onde um famoso santuário tornou-se centro de peregrinações e milagres. A liturgia celebra seu heroísmo como exemplo de desapego do mundo e fidelidade inabalável a Cristo.
Virtude para imitar: Intrepidez na confissão da fé.
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Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
11-11cc, Lectio93. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


