Confessor · 1214–1270
Luís nono ascendeu ao trono da França ainda jovem, sendo educado por sua piedosa mãe Branca de Castela na convicção de que preferiria morrer a cometer um pecado mortal.
Luís nono ascendeu ao trono da França ainda jovem, sendo educado por sua piedosa mãe Branca de Castela na convicção de que preferiria morrer a cometer um pecado mortal. Como soberano cristão, uniu a firmeza do governo régio à mais rigorosa justiça, à imparcialidade no julgamento dos litígios e ao amparo cotidiano dos pobres e doentes, aos quais servia pessoalmente à mesa. Promoveu a paz entre as nações cristãs, construiu hospitais e a sublime Santa Capela de Paris para acolher a Coroa de Espinhos de Nosso Senhor. Conduziu duas cruzadas no Oriente em defesa da Terra Santa, suportando com admirável resignação o cativeiro militar nas mãos dos sarracenos. Faleceu santamente de peste diante de Cartago, deitado sobre cinzas. As lições do Breviário conservam suas célebres instruções morais ao filho herdeiro. Sua festa demonstra que as responsabilidades públicas podem e devem ser submetidas à lei eterna de Cristo Rei.
Virtude para imitar: Justiça e piedade.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que trasladastes o bem-aventurado Luís, vosso Confessor, do reino terreno à glória do reino celeste, fazei-nos, nós vos pedimos, por seus méritos e intercessão, participantes do Rei dos reis, Jesus Cristo, vosso Filho. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
08-25, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


