Papa, Confessor e Doutor da Igreja · Morto em 461
São Leão Magno defendeu a fé na Encarnação e cuidou da Igreja em tempo de crise.
Leão governou a Igreja de Roma durante graves ameaças políticas e religiosas do século V. Trabalhou para proteger a população diante de invasores e para conservar a fé íntegra em Jesus Cristo. Seus ensinamentos ajudaram a esclarecer que o Salvador é uma única pessoa em duas naturezas, divina e humana, sem confusão nem separação. Essa doutrina teve importância decisiva no Concílio de Calcedônia. As lições do Breviário recordam ainda seu encontro com Átila e a tentativa de limitar a violência contra Roma. Segundo a tradição, sinais extraordinários acompanharam essa intervenção; não se tomam tais relatos como prova de todos os motivos da retirada dos invasores. Leão também cuidou das igrejas e da vida litúrgica. Sua memória convida a unir precisão doutrinal e caridade pastoral, rezando para que a autoridade na Igreja defenda a verdade e socorra as pessoas ameaçadas.
Virtude para imitar: Fortaleza pastoral.
ORAÇÃO DA COLETA
Olhai propício para vosso rebanho, Pastor eterno, e guardai-o com perpétua proteção pelo bem-aventurado Leão, Sumo Pontífice, a quem constituístes pastor de toda a Igreja. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
04-11, Lectio94. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


