Virgem · 1270–1341
Juliana nasceu em Florença, na família Falconieri, e recebeu formação cristã ligada aos primeiros Servos de Maria.
Juliana nasceu em Florença, na família Falconieri, e recebeu formação cristã ligada aos primeiros Servos de Maria. Consagrou sua virgindade a Deus e abraçou uma vida de oração, penitência e serviço, reunindo mulheres que desejavam seguir o mesmo caminho. A devoção à Paixão de Cristo e às dores de Nossa Senhora orientava essa entrega. As lições do Breviário destacam sua caridade e o cuidado pelas pessoas enfermas. Segundo a tradição, no fim da vida, impossibilitada de receber normalmente a comunhão, foi favorecida por uma graça extraordinária ligada à Eucaristia. O relato exprime a intensidade de seu desejo do Senhor e permanece subordinado à fé sacramental da Igreja. A festa convida a cultivar esse amor com reverência e preparação. A união com Cristo deve produzir misericórdia, perseverança e confiança especialmente na enfermidade e na proximidade da morte.
Virtude para imitar: Amor à Eucaristia.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que vos dignastes confortar admiravelmente a bem-aventurada Juliana, vossa Virgem, na última enfermidade, com o precioso Corpo de vosso Filho, concedei, nós vos pedimos, que, por seus méritos e intercessão, também nós, alimentados e fortalecidos por ele na agonia da morte, sejamos conduzidos à pátria celeste. Pelo mesmo Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
06-19, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


