Rainha e Viúva · 1271–1336
Isabel nasceu na casa real de Aragão e casou-se com Dinis, rei de Portugal.
Isabel nasceu na casa real de Aragão e casou-se com Dinis, rei de Portugal. Procurou unir os deveres de sua condição à oração, à educação dos filhos e à caridade. As lições do Breviário destacam sua atuação para reconciliar pessoas e governantes em conflito, procurando impedir que as disputas produzissem novos males. A atenção às pessoas pobres e o auxílio a obras religiosas acompanhavam esse trabalho pela paz. Após a morte do marido, intensificou a vida de piedade, ligada à espiritualidade franciscana. Morreu quando ainda buscava reconciliar membros de sua família. A tradição litúrgica conserva também relatos de graças extraordinárias. Sua festa apresenta a paz como fruto de virtude, que exige paciência, justiça e disposição de renunciar ao orgulho. O exemplo de Isabel convida a rezar pela concórdia e a trabalhar por ela nos deveres cotidianos.
Virtude para imitar: Espírito de paz.
ORAÇÃO DA COLETA
Deus clementíssimo, que ornastes a bem-aventurada rainha Isabel, entre outros eminentes dons, com a graça de apaziguar o furor da guerra, concedei-nos, por sua intercessão, alcançar as alegrias eternas depois da paz da vida mortal que humildemente vos pedimos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
07-08, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


