Bispo e Mártir · c. 130–c. 202
Irineu recebeu a fé na tradição da Ásia Menor, ligada a São Policarpo, e exerceu o ministério na Igreja de Lião.
Irineu recebeu a fé na tradição da Ásia Menor, ligada a São Policarpo, e exerceu o ministério na Igreja de Lião. Tornou-se um dos grandes defensores da doutrina católica diante dos sistemas gnósticos, que alteravam a revelação e pretendiam reservar a salvação a um conhecimento secreto. Sua obra aponta para a fé pública transmitida pelos Apóstolos e conservada na sucessão dos bispos. A liturgia destaca também seu cuidado pela paz da Igreja, unindo firmeza doutrinal e solicitude pela comunhão. No calendário de 1962, é honrado como bispo e mártir. Os pormenores de sua morte não devem ser ampliados além do testemunho recebido. Sua memória ensina que a verdadeira tradição conduz a Cristo e conserva a unidade da fé. A paz cristã cresce quando a caridade permanece fundada na verdade que a Igreja recebeu.
Virtude para imitar: Fidelidade à tradição apostólica.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que concedestes ao bem-aventurado Irineu, vosso Mártir e Pontífice, combater as heresias pela verdade da doutrina e fortalecer felizmente a paz da Igreja, dai, nós vos pedimos, a vosso povo constância na santa religião e concedei vossa paz aos nossos tempos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
07-03r, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


