Imperador e Confessor · 973–1024
Henrique exerceu o governo como rei e imperador, procurando empregar sua posição no serviço da religião.
Henrique exerceu o governo como rei e imperador, procurando empregar sua posição no serviço da religião. As lições do Breviário recordam o apoio à Igreja, a fundação da sede de Bamberg e a solicitude pela Sé Apostólica. Apresentam também sua união com Santa Cunegundes e a tradição de continência no matrimônio. As notícias particulares devem ser recebidas no contexto do testemunho litúrgico, sem fazer de todo episódio político uma medida da santidade. A festa honra sobretudo a disposição de submeter a autoridade à lei de Deus. O poder temporal não liberta ninguém dos mandamentos nem torna dispensável a humildade. Henrique morreu em 1024, deixando uma memória de piedade ligada ao exercício de grandes responsabilidades. Seu exemplo convida a usar os encargos recebidos para o bem comum e a desejar os bens eternos acima das honras passageiras.
Virtude para imitar: Responsabilidade.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que neste dia trasladastes o bem-aventurado Henrique, vosso Confessor, do cume do império terreno ao reino eterno, nós vos suplicamos humildemente que, assim como o fizestes vencer as seduções do mundo, prevenido pela abundância de vossa graça, nos façais também, por sua imitação, evitar os atrativos deste mundo e chegar a vós com coração puro. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
07-15, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


