Papa e Mártir · Pontificado: 254–257
Estêvão governou a Sé Apostólica de Roma no século terceiro, período de perseguições e de debates doutrinais acerca da disciplina sacramental.
Estêvão governou a Sé Apostólica de Roma no século terceiro, período de perseguições e de debates doutrinais acerca da disciplina sacramental. Defendeu com firmeza a regra tradicional de fé segundo a qual o batismo conferido com a matéria e forma devidas não devia ser reiterado na reconciliação de convertidos procedentes da heresia, afirmando a célebre norma de nada inovar além do que fora transmitido. As lições litúrgicas conservam a memória de sua solicitude pastoral pela unidade da Igreja e seu zelo pelos cristãos necessitados nas diversas províncias. Segundo a tradição do Breviário, sofreu o martírio durante a perseguição de Valeriano, sendo morto na própria cadeira episcopal ao celebrar os sagrados mistérios. A celebração honra a constância do sumo pastor que guarda a integridade do depósito apostólico. Sua memória convida a manter reverente submissão à verdade tradicional da fé católica.
Virtude para imitar: Fidelidade à tradição.
ORAÇÃO DA COLETA
Olhai propício para vosso rebanho, Pastor eterno, e guardai-o com perpétua proteção pelo bem-aventurado Estêvão, vosso Mártir e Sumo Pontífice, a quem constituístes pastor de toda a Igreja. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
08-02o, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


