Apóstolo · Século I
A comemoração de São Paulo prolonga a solenidade apostólica, detendo-se no ministério daquele que foi chamado a anunciar Cristo entre os povos.
A comemoração de São Paulo prolonga a solenidade apostólica, detendo-se no ministério daquele que foi chamado a anunciar Cristo entre os povos. Antes perseguidor, Paulo recebeu a graça do Senhor e respondeu com entrega, viagens, pregação e cuidado pelas comunidades. Suas cartas mostram que a salvação começa no dom de Deus e exige uma vida transformada pela fé e pela caridade. As lições do Breviário retomam Santo Agostinho sobre a relação entre graça e mérito: a coroa prometida ao apóstolo não apaga a misericórdia que tornou possível sua fidelidade. Paulo confessou ter combatido o bom combate e conservado a fé, preparando-se para o martírio. Sua memória convida a abandonar a confiança orgulhosa nas próprias forças e a cooperar com a graça. A conversão recebida deve amadurecer na perseverança e no serviço da Igreja.
Virtude para imitar: Cooperação com a graça.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que instruístes multidões de povos pela pregação do bem-aventurado Paulo, Apóstolo, concedei-nos, nós vos pedimos, experimentar junto de vós o patrocínio daquele cujo nascimento para o céu celebramos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
06-30, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


