Mártires · Século IV; morreram c. 303
Ciríaco servia como diácono na Igreja de Roma quando o imperador Diocleciano condenou numerosos cristãos ao trabalho forçado nas termas imperiais.
Ciríaco servia como diácono na Igreja de Roma quando o imperador Diocleciano condenou numerosos cristãos ao trabalho forçado nas termas imperiais. Juntamente com Largo, Esmaragdo e outros companheiros, consagrou-se ao auxílio corporal e espiritual dos prisioneiros condenados, aliviando suas dores e fortificando-os nos sacramentos. Segundo a tradição do Breviário, o santo diácono libertou de possessões diabólicas filhas de governantes gentios, levando muitas almas ao batismo. Recusando renegar a Cristo e sacrificar aos ídolos, os santos foram submetidos a torturas desumanas e por fim decapitados na via Salária. Esses episódios pertencem à venerable tradição hagiográfica romana. A celebração comemora a dedicação ao próximo e a coragem inquebrantável na confissão da fé. Sua memória convida a praticar as obras de misericórdia e a permanecer firme no testemunho católico em meio às hostilidades do mundo.
Virtude para imitar: Caridade com os oprimidos.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que nos alegrais com a solenidade anual de vossos santos Mártires Ciríaco, Largo e Esmaragdo, concedei propício que, assim como nos alegramos com seus méritos, sejamos inflamados por seus exemplos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
08-08, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


