Mártires · Primeiros séculos
Basílides, Cirino, Nabor e Nazário são venerados conjuntamente como mártires na tradição litúrgica romana.
Basílides, Cirino, Nabor e Nazário são venerados conjuntamente como mártires na tradição litúrgica romana. As lições do Breviário apresentam-nos como soldados que abraçaram a fé e recusaram oferecer sacrifícios aos ídolos. Segundo a tradição, sua oração durante a prisão foi acompanhada de uma luz extraordinária, que contribuiu para a conversão de outras pessoas. Seguiram-se novos interrogatórios e tormentos, até a sentença de morte. Esses pormenores pertencem à narrativa hagiográfica e não permitem afirmar com igual certeza todas as relações entre os diferentes testemunhos antigos. A comemoração conserva os nomes e o exemplo de fidelidade a Cristo. A Igreja pede que a glória concedida aos mártires produza frutos de devoção em quem os honra. Sua memória ensina a cumprir os deveres legítimos sem atribuir a qualquer autoridade humana um direito sobre o culto devido somente a Deus.
Virtude para imitar: Fortaleza cristã.
ORAÇÃO DA COLETA
Que resplandeça para nós, Senhor, nós vos pedimos, o desejado nascimento para o céu de vossos santos Mártires Basílides, Cirino, Nabor e Nazário; e que aquilo que lhes concedeu a excelência eterna faça crescer os frutos de nossa devoção. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
06-12o, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


