Virgem e Mártir · Morta no século III
Santa Apolônia permaneceu fiel a Cristo durante a violência contra os cristãos de Alexandria.
Apolônia é venerada entre os mártires de Alexandria. As lições do Breviário descrevem uma mulher já de idade avançada que se recusou a prestar culto aos ídolos. A violência dos perseguidores atingiu-lhe os dentes, circunstância ligada à devoção que pede sua intercessão nos sofrimentos dentários. O relato tradicional de sua morte pelo fogo deve ser lido com a prudência devida à narrativa hagiográfica. A Igreja honra sua fidelidade sob perseguição; essa memória não propõe imitar ações perigosas nem procurar a morte. O martírio é testemunho de Cristo diante da violência imposta, sustentado pela graça divina. A comemoração convida a rezar pelas pessoas enfermas e por quem sofre por causa da religião. Apolônia recorda ainda que a idade não impede a coragem espiritual e que o corpo ferido conserva sua dignidade diante de Deus.
Virtude para imitar: Constância.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que entre outros milagres de vosso poder concedestes também ao sexo frágil a vitória do martírio, concedei propício que nós, que celebramos o nascimento para o céu da bem-aventurada Apolônia, vossa Virgem e Mártir, caminhemos para vós pelos seus exemplos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
02-09o, Lectio93. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


