Confessor · Segundo a tradição, séculos IV–V
Aleixo é honrado como confessor cuja vida manifesta o desejo de servir a Cristo sem buscar reconhecimento.
Aleixo é honrado como confessor cuja vida manifesta o desejo de servir a Cristo sem buscar reconhecimento. Segundo a tradição conservada no Breviário, nasceu numa família romana de posição elevada e deixou os projetos de sua condição para abraçar uma existência de pobreza e peregrinação. O relato o conduz a Edessa e depois de volta a Roma, onde teria sido acolhido na casa paterna sem ser reconhecido. Sua identidade só se tornou conhecida após a morte, por um escrito que explicava seu caminho. Esses episódios pertencem à tradição hagiográfica e não devem ser apresentados como uma sequência documental segura. A festa contempla sobretudo a liberdade diante das honras e a confiança na providência. A imitação de Aleixo não consiste em abandonar deveres legítimos, mas em combater a vaidade e oferecer a Deus os serviços que permanecem escondidos.
Virtude para imitar: Humildade escondida.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que nos alegrais com a solenidade anual do bem-aventurado Aleixo, vosso Confessor, concedei propício que imitemos também as obras daquele cujo nascimento para o céu celebramos. Por Nosso Senhor...
Fontes consultadas
- Breviarium Romanum, Próprio dos Santos, texto latino recebido no calendário de 1962
07-17, Lições e memória litúrgica. Redação original do projeto a partir da memória litúrgica; distinção explícita de tradição e certeza histórica.
- Missale Romanum, texto histórico latino recebido no calendário de 1962
Oratio da Missa. Tradução original do projeto para o português em estilo reverente tradicional («vós»).
Biografia original do projeto, redigida a partir de fontes históricas de domínio público.


