Santo Eduardo, Rei e Confessor
Rei e Confessor · c. 1003–1066
Santo Eduardo procurou exercer a realeza com piedade e cuidado pelas pessoas pobres.
Eduardo viveu parte de sua juventude fora da Inglaterra, em meio às disputas que atingiram sua família e seu reino. Depois de regressar, tornou-se rei e procurou restaurar a vida religiosa, favorecendo igrejas e comunidades. Sua memória está especialmente ligada a Westminster. As lições do Breviário apresentam um soberano piedoso, inclinado à mansidão e à generosidade para com as pessoas pobres. Conservam ainda tradições sobre sua castidade, visões e devoção a São João Evangelista; esses relatos pertencem à memória hagiográfica e não são apresentados aqui como documentação uniforme de cada episódio. Eduardo morreu em janeiro de 1066. A festa de outubro recorda a veneração de suas relíquias, e não o aniversário de sua morte. Seu exemplo mostra a responsabilidade de quem recebe autoridade: procurar a paz, proteger as pessoas vulneráveis e reconhecer que o poder terreno deve ser exercido sob a lei de Deus.
Virtude para imitar: Mansidão.
ORAÇÃO DA COLETA
Ó Deus, que coroastes o bem-aventurado rei Eduardo, vosso Confessor, com a glória da eternidade, fazei, nós vos pedimos, que de tal modo o veneremos na terra que possamos com ele reinar nos céus. Por Nosso Senhor...


