São Gorgônio, Mártir
Mártir · c. 303
São Gorgônio servia no palácio imperial de Nicomédia e suportou tormentos cruéis por confessar a fé cristã.
São Gorgônio pertencia à corte do imperador Diocleciano em Nicomédia e ocupava o cargo de camareiro imperial. Em união com seu companheiro Doroteu, aproveitava a proximidade com os servos da casa imperial para instruí-los nos mistérios da fé católica e conduzi-los ao batismo. Quando a perseguição se desencadeou com fúria contra a Igreja, Gorgônio presenciou o suplício desumano de um mártir e, inflamado pelo amor a Cristo, proclamou com intrepidez diante do soberano que compartilhava da mesma fé e desejava sofrer a mesma sentença. Enfurecido pela coragem do servo, o imperador mandou açoitá-lo severamente, derramar vinagre com sal sobre suas feridas e colocá-lo sobre uma grelha de ferro ardente. Permanecendo inabalável na oração e na recusa de prestar culto aos ídolos, foi finalmente estrangulado. Mais tarde, suas veneráveis relíquias foram trasladadas para Roma e depositadas na basílica vaticana pelo Papa Gregório IV. Sua memória ensina que nenhuma posição mundana ou comodidade temporal se compara ao tesouro da fé em Nosso Senhor Jesus Cristo.
Virtude para imitar: Intrepidez na confissão da fé.
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