Jesus no Santíssimo Sacramento é prisioneiro de amor
MT 28,20
«Ensinando-as a observar tôdas as coisas que vos tenho mandado, e estai certos de que eu estou convosco todos os dias, até à consumação do século.»
Ponto IA presença real nos tabernáculos da terra
Nosso amoroso Salvador, ao partir deste mundo depois de haver consumado com a sua morte a redenção dos homens, não quis deixar-nos órfãos e desamparados neste vale de lágrimas. Nenhuma linguagem humana, dizia São Pedro de Alcântara, seria capaz de manifestar a profundeza da caridade que Jesus consagra a cada alma; querendo, pois, partir corporalmente desta vida, e para que a sua ausência não fosse motivo de esquecimento, deixou à sua dileta Esposa este Santíssimo Sacramento, no qual Ele mesmo permaneceu, não querendo que ficasse outro penhor para avivar a sua memória senão a sua própria Pessoa adorável.

