Jesus diante de Pilatos e Herodes, e a preferência por Barrabás
MT 27,2
«E preso o levaram, e entregaram ao governador Pôncio Pilatos.»
Ponto I
«E chegada que foi a manhã, todos os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos do povo entraram em conselho contra Jesus, para o entregarem à morte.» (Mt 27,1). «E preso o levaram, e entregaram ao governador Pôncio Pilatos.» (Mt 27,2). Chegada a manhã, os príncipes dos sacerdotes novamente o declaram réu de morte e depois o conduzem a Pilatos, para que o condene a morrer crucificado. Pilatos, depois de fazer muitas perguntas, tanto aos judeus como ao nosso Salvador, reconhece que Jesus era inocente e que as acusações eram todas calúnias. Por isso sai e diz aos judeus que não encontra razão para condenar aquele homem: «Disse-lhe Pilatos: Que coisa é a verdade? E dito isto, tornou a sair a ver-se com os judeus, e disse-lhes: Eu não acho nele crime algum.» (Jo 18,38). Mas, vendo-os tão empenhados em querer a sua morte e ouvindo que Jesus era da Galileia, para se livrar do embaraço, «remeteu-o ao mesmo Herodes» (Lc 23,7).

