O moço de Naim e a lembrança da morte
LC 7,12
«E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que já era viúva: E vinha com ela muita gente da cidade.»
Ponto I
Chegando Jesus próximo às portas da cidade de Naim, deparou-se com um espetáculo comovedor: levavam à sepultura um jovem falecido, filho único de sua mãe que era viúva, acompanhado por numeroso concurso de habitantes: «E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que já era viúva: E vinha com ela muita gente da cidade.» (Lc 7,12). Detenhamos aqui os nossos passos, caríssimos irmãos, e reflitamos seriamente na realidade incontornável de nossa própria morte. A Santa Igreja repete em cada ano a todos os seus filhos a memorável advertência divina: «Tu comerás o teu pão no suor do teu rosto, até que te tornes na terra, de que fôste formado. Porque tu és pó, e em pó te hás de tornar.» (Gn 3,19).

