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SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO

Meditação do dia

A ruína de Jerusalém e o fim de uma alma descuidada

DOMINGO, 18 DE JULHO · IX DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES

A ruína de Jerusalém e o fim de uma alma descuidada

LC 19,41

«E quando chegou perto, ao ver a cidade, chorou Jesus sôbre ela, dizendo:»

Ponto I

«A sua alma morrerá na tempestade, e sua vida acabará entre os depravados.». Os pobres pecadores que permanecem em pecado morrem em grande tempestade, já antecipadamente ameaçada por Deus: «Eis-aí sairá fora o redemoinho da indignaçfo do Senhor, e a tempestade que descarrega: Tudo virá sõbre a cabeça dos ímpios,». No início da enfermidade, o pecador não se aflige nem teme muito, porque todos — parentes, amigos e médicos — lhe dizem que não é nada; assim também ele se ilude e espera. Quando, porém, a enfermidade progride e aparecem sintomas graves, anunciadores da morte próxima, começa a tempestade com que o Senhor ameaça os maus: «Quando vos assaltar a calamidade repentina, e colhêr a morte como um temporal: Quando vier sôbre vós atribulação e angústia:».

Tradução do projeto, feita do original italiano de Santo Afonso Maria de Ligório: Sermoni compendiati (1771), Sermone XXXVIII, «Per la domenica IX dopo Pentecoste. Della morte del peccatore», introdução, três pontos e advertência final integrais, pp. 516–521. Ver o texto italiano.

Disposição dos dias segundo o P. Giacomo Maria Cristini, C.Ss.R. Tradução em revisão.