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SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO

Meditação do dia

Remorso do condenado: condenei-me por um nada

TERÇA-FEIRA, 13 DE JULHO · TERÇA-FEIRA — FÉRIA DEPOIS DE PENTECOSTES

Remorso do condenado: condenei-me por um nada

1 SM 14,43

«Disse pois Saul a Jônatas: Descobre-me o que fizeste. E Jônatas lho confessou e disse: Tomei um pouco de mel na ponta duma vara que tinha na mão, e comi dele e por isso eu morro.»

Ponto I

São Tomás explica que o verme que não morre significa o remorso da consciência, pelo qual o condenado será eternamente atormentado no inferno. Muitos remorsos roerão o coração dos réprobos, mas três serão os mais dolorosos: pensar por quão pouco se condenaram; no pouco que deviam fazer para salvar-se; e, finalmente, no grande bem que perderam.

Tradução do projeto, feita do original italiano de Santo Afonso Maria de Ligório: Apparecchio alla morte (1758), Considerazione XXVIII, «Rimorsi del dannato», Punto I e «Affetti e preghiere», pp. 270–272 do corpus. Ver o texto italiano.

Disposição dos dias segundo o P. Giacomo Maria Cristini, C.Ss.R. Tradução em revisão.