Remorso do condenado: condenei-me por um nada
1 SM 14,43
«Disse pois Saul a Jônatas: Descobre-me o que fizeste. E Jônatas lho confessou e disse: Tomei um pouco de mel na ponta duma vara que tinha na mão, e comi dele e por isso eu morro.»
Ponto I
São Tomás explica que o verme que não morre significa o remorso da consciência, pelo qual o condenado será eternamente atormentado no inferno. Muitos remorsos roerão o coração dos réprobos, mas três serão os mais dolorosos: pensar por quão pouco se condenaram; no pouco que deviam fazer para salvar-se; e, finalmente, no grande bem que perderam.

