Imaculado Coração de Maria

QUINTA-FEIRA, 27 DE MAIO DE 2027

Corpus Christi

Festum Sanctissimi Corporis Christi

Tempo depois de PentecostesI classeParamentos brancos

voltar a hoje

INTRÓITO

Sl 80, 17, 2

O Senhor alimentou-os com a flor da farinha, aleluia: e saciou-os com o mel tirado do rochedo, aleluia, aleluia, aleluia. Exultai de alegria e louvai a Deus, que é o nosso sustentáculo: Aclamai com júbilo Deus de Jacob. &Gloria O Senhor alimentou-os com a flor da farinha, aleluia: e saciou-os com o mel tirado do rochedo, aleluia, aleluia, aleluia.

EPÍSTOLA

1Cor 11, 23–29

Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei a vós, que o Senhor Jesus, na noite em que foi entregue, tomou o pão, e dando graças, o partiu, e disse: Recebei, e comei: Êste é o meu corpo, que será entregue por amor de vós: Fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Êste cálice é o novo testamento no meu sangue: Fazei isto em memória de mim, tôdas as vezes que o beberdes. Porque tôdas as vezes que comerdes êste pão, e beberdes êste cálice: Anunciareis a morte do Senhor, até que êle venha. Portanto, todo aquêle que comer êste pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo, e do sangue do Senhor. Examine-se pois a si mesmo o homem: E assim coma dêste pão, e beba dêste cálice. Porque todo aquêle que o come, e bebe indignamente, come e bebe para si a condenação: Não discernindo o corpo do Senhor.

GRADUAL E ALELUIA

Sl 144, 15–16; Jo 6, 56–57

Todos os olhos, Senhor, estão voltados para Vós, cheios de esperança: Pois dais a cada um, oportunamente, o seu sustento. Abris as vossas mãos e saciais todos os viventes com vossas bênçãos. Aleluia, aleluia. Minha Carne é verdadeira comida; e o meu Sangue é verdadeira bebida. Aquele, pois, que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e Eu nele.

SEQUÊNCIA

Louva, ó Sião, louva o teu Salvador! Louva com hinos e cânticos O teu Principe e Pastor! Louva-O tanto quanto possas: Nem tu podes louvá-l’O dignamente, Pois está acima de todos os louvores. O tema dos teus louvores, O Pão vivo e vital É nos oferecido hoje. O qual, na ceia Ao grupo dos Doze Irmãos Foi dado sem dúvida. Que o louvor seja perene, sonoro e melodioso: Que seja agradável e belo, Como a alegria que transporta as nossas almas! Eis o dia solene, Que nos recorda a primitiva instituição Deste Banquete divino. Nesta mesa do novo Rei A Páscoa da nova Lei Acaba com a páscoa antiga. O rito antigo cede o lugar ao novo, Como a imagem desaparece diante da realidade, E a luz apaga a noite. Aquilo que Cristo praticou na Ceia, Mandou que fizéssemos, Também, em sua memória. E nós, instruídos pelo mandato divino, Consagrámos o pão E o vinho em hóstia de salvação. É um dogma de fé para os cristãos Que o pão passa para Carne de Cristo E o vinho para seu Sangue. Aquilo que não compreendeis, nem vedes, A fé viva o afirma Sem alterar a ordem da natureza. Debaixo de diversas espécies, Distintas somente por sinais exteriores, Ocultam-se sublimes realidades. A Carne é alimento, o Sangue bebida; Mas Cristo existe inteiro Em cada espécie. Quem O recebe, nem O parte, Nem O corta, nem O divide; Porém recebe-O inteiro. Quem O receba uma só pessoa, quer O recebam mil, Todas recebem o mesmo: Recebem-n’O sem O consumirem. Recebem-n’O bons e maus; Porém com efeitos diferentes: Uns encontram vida; outros a morte! Para os maus é morte e para os bons é vida. Vede que diferentes são Os efeitos que produz o mesmo alimento! Que a vossa fé não vacile quando a hóstia é dividida; Mas lembrai-vos de que Jesus Tanto está no fragmento, Como na hóstia inteira. A substância não é dividida: Somente o sinal é que é partido, Mas sem diminuição, nem no estado, Nem na grandeza do que está sob as espécies. Eis o Pão dos Anjos Que se fez alimento dos homens viadores, Verdadeiro pão dos inocentes, Que não deve ser dado aos cães! Antigamente foi representado por figuras: Imolado com Isaque E significado no cordeiro pascal E no maná do deserto. Ó bom Pastor, ó Pão verdadeiro, Ó Jesus, tende piedade de nós: Alimentai-nos, defendei-nos do mal Permiti que gozemos os verdadeiros Bens da terra dos vivos. Ó Vós, que tudo conheceis e podeis: Ó Vós, que nos alimentais nesta vida mortal, Tornai-nos co-herdeiros Companheiros dos habitantes Da cidade celestial. Amen. Alleluia.

EVANGELHO

Jo 6, 56–59

Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. O que come a minha carne, e bebe o meu sangue, fica em mim, e eu nêle. Assim como o Pai, que é vivo, me enviou, e eu vivo pelo Pai: Assim o que se alimenta com a minha carne, êsse mesmo também viverá por mim. Aqui está o pão que desceu do Céu. Não como vossos pais, que comeram o maná, e morreram. O que come dêste pão, viverá eternamente.

OFERTÓRIO

Lv 21, 6

Os sacerdotes do Senhor oferecem a Deus incenso e pães: eis porque serão santos diante de Deus e não profanarão o seu nome, aleluia.

COMUNHÃO

1Cor 11, 26–27

Todas as vezes que comerdes este Pão e beberdes este Cálice anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha. Assim, todo aquele que comer este Pão ou beber este Cálice indignamente será réu do Corpo e do Sangue do Senhor. Aleluia.

Leituras do Missal Romano de 1962 · tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo

O que o Senhor falou ao seu coração hoje?

Escreva sua meditação sobre as leituras, um propósito ou uma intenção.